Brincando de Detetive - O Curioso Caso do Cofre Arrombado ©

Enigmas Lógicos Ilustrados

O Inspetor Arruda acaba de receber um telefonema misterioso. A pessoa do outro lado da linha estava desesperada:

“Por favor, venha depressa! Houve um assalto aqui na Rua do Beco 45... Fui agredido, Uiii... acho que vou desmaiar...”

E dizendo isso, a ligação foi interrompida. E nesse momento, O inspetor ainda escutou o barulho surdo de alguma coisa caindo no chão.

"Me pareceu o barulho de um corpo caindo no chão...", sussurrou...

Brincando de Detetive - O Curioso Caso do Cofre Arrombado ©

Enigmas Lógicos Ilustrados

Chegando no local indicado, o Inspetor entrou e viu um homem caído no chão de um escritório, ao lado de um birô; aparentemente estava desacordado.

Em sua cabeça havia um enorme galo, o que poderia indicar que fora atingido por algo, ou alguém.

E após certificar-se de que o sujeito, apesar de desacordado, estava bem, o Inspetor aproveitou o tempo para analisar a cena do crime.

Foi quando constatou que um cofre que havia no local, além de arrombado, fora saqueado pelo oportunista gatuno.

Brincando de Detetive - O Curioso Caso do Cofre Arrombado ©

Enigmas Lógicos Ilustrados

Ao acordar, o homem lhe contou a seguinte história:

“Sou o tesoureiro e o último a sair, sempre. Escapei por sorte. Um homem armado entrou na sala e me atingiu com uma coronhada. Ainda consegui alcançar o telefone, e quando estava conversando com o senhor, não mais aguentei e desmaiei, foi nesse momento que caí no chão...”

Mas, após analisar tudo com atenção, o Inspetor concluiu que ele estava mentindo descaradamente.

O que levou o Inspetor a tirar essa conclusão? Pense bem, e depois confira a Resposta.

Brincando de Detetive - O Curioso Caso do Cofre Arrombado ©

Enigmas Lógicos Ilustrados

Resposta do Enigma:

O Inspetor Arruda, sabe que o tesoureiro está mentindo, porque se tudo tivesse acontecido como ele dissera, o telefone não poderia estar posicionado sobre o gancho.

O Mais lógico seria que, ao interromper a ligação no momento do desmaio, o telefone também deveria permanecer fora do gancho.

Mas, não foi o que o inspetor encontrou ao chegar no local do assalto, quando ainda a suposta vítima estava desacordada, ao pé do birô.